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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A B I D I P - ASSOCIAÇÃO QUE REPRESENTA IMPORTADORES DE PNEUS MUDA DE NOME



Nesta quinta-feira, 24, em São Paulo, importadores de pneus definiram, entre diversos assuntos que foram tratados, a mudança na sigla e nome da associação que representa a categoria. A ABIDIPA - Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos Automotivos passará, à partir de agora, a chamar-se ABIDIP - Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Pneus. "Ao longo do tempo, percebemos a necessidade de forcamos nas necessidades e anseios dos importadores de pneus, razão pela qual não caberia mais carregar uma representatividade tão abrangente", explica o presidente Rinaldo Siqueira Campos.
Também ficou acertada nova eleição da ABIDIP marcada para o mês de Fevereiro. A maioria opta pela continuidade dos trabalhos comandados por Siqueira Campos, mas a questão ainda não está definida.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

ABIDIPA REÚNE NOVOS PARCEIROS E PREVÊ ELEIÇÕES

 ABIDIPA REÚNE NOVOS PARCEIROS EM SÃO PAULO
E PREVÊ ELEIÇÕES PRÓXIMAS


O presidente da ABIDIPA - Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Produtos Automotivos, Rinaldo Siqueira Campos, comandou encontro de associados, importadores de pneus, nesta quarta-feira, em São Paulo, aproveitando a FENATRAN – Feira Nacional de Transportes que está acontecendo esta semana na capital paulista e trouxe para a cidade as principais empresas do setor. No encontro, participaram diversos importadores que têm interesse em associar-se à ABIDIPA. O que significa que a entidade tem cumprido seu papel que é o de lutar pelos interesses da categoria.
Durante a reunião que durou cerca de 3 horas, diversos assuntos foram tratados, entre eles: o aumento na alíquota do ICMS que vai representar impacto no preço dos pneus, para o consumidor final, a partir de Dezembro. A entidade acredita que pode até entrar com medida judicial para barrar este aumento de imposto. Os importadores também iniciaram entendimentos para que seja eleita uma nova diretoria para a associação. Todos os assuntos deverão ser retomados no próximo encontro marcado para o dia 24 de Novembro, também na capital paulista.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

PNEUS VÃO SUBIR EM DEZEMBRO POR CONTA ELEVAÇÃO DE ICMS

ABIDIPA PROTESTA CONTRA AUMENTO DE ICMS NA VENDA DE PNEUS
CONSUMIDOR VAI SENTIR IMPACTO A PARTIR DE DEZEMBRO



A ABIDIPA - Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Produtos Automotivos projeta que o pneu, no Brasil, tenha reajuste médio de 5,5% ainda esse ano. O motivo do aumento não está vinculado à matéria prima, mas o reajuste do ICMS sob o produto, seja ele nacional ou importado. Por determinação do Governo, o ICMS de pneus de carga e de passeio vai ficar mais caro a partir de Dezembro. “Quando toda a sociedade clama pela redução de impostos, o CONFAZ – Conselho Nacional de Política Fazendária, vinculado ao Ministério da Fazenda, pega a contramão da história”, lamenta Rinaldo Siqueira Campos, presidente da ABIDIPA.

O governo exige que fabricantes e importadores retenham o ICMS dos lojistas, no momento da comercialização dos pneus. O imposto é calculado sob uma “margem fictícia” estabelecida pelo próprio governo. Durante os últimos 26 anos, a tal margem para os pneus de carros de passeio era de 42%. Agora, o recolhimento será sob 52%. “Já era um absurdo imaginar que um lojista comprava um pneu por R$ 100,00, por exemplo, e vendia esse pneu por R$ 142,00. Agora, o percentual retido é ainda mais esdrúxulo. Nenhum ramo de atividade trabalha com essa margem de lucro imaginada pelo governo”, critica Siqueira Campos. Os pneus de carga terão o percentual de retenção alterado de 32% para quase 40%. 

 A alteração do convênio de ICMS 85/93 dispõe sobre substituição tributária nas operações com pneumáticos, câmaras de ar e protetores e foi publicada no Diário Oficial da União no dia 05 deste mês. Os lojistas ficam sem alternativa, pois têm o ICMS recolhido por antecipação, antes que possam vender o pneu. Os fabricantes e importadores também não. São obrigados a reter o imposto e repassar integralmente para os cofres públicos. “O Governo acha mais seguro e mais cômodo ter esses créditos via fabricantes e importadores. Mas no final das contas, é o consumidor quem vai pagar essa conta. Mais uma vez, freiam a possibilidade de crescimento do país”, lamenta Siqueira Campos.



terça-feira, 4 de outubro de 2011

ABIDIPA É CONTRA AUMENTO DE IPI DE CARROS IMPORTADOS

ABIDIPA AVALIA DECISÃO DO GOVERNO DE AUMENTAR IPI DE CARROS IMPORTADOS
 “DIMINUIR O ‘CUSTO BRASIL’ DEVERIA SER A META” APONTAM OS IMPORTADORES


Para o presidente da ABIDIPA – Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Produtos Automotivos, Rinaldo Siqueira Campos, reduzir o “custo - Brasil” seria medida mais eficaz do que aumentar o IPI dos carros que são fabricados fora do MERCOSUL e vendidos no Brasil. De acordo com ele, esse tipo de medida protecionista oferece uma visão míope da realidade do país. “São medidas que agem como âncoras não permitindo o Brasil posicionar-se em busca de um futuro promissor, em busca do seu próprio desenvolvimento”, avalia. De acordo com ele ao invés disso, o governo deveria preocupar-se com a reforma tributária, almejada há tempo pelo setor produtivo do país, o que nos fazem incapazes de competir em igualdade de condições com os produtos fabricados no exterior.

Siqueira Campos também lembra outros fatores que inviabilizam a concorrência do produto nacional com relação aos importados. A nossa logística de transporte, por exemplo, ainda guarda resquícios do século passado. “Não privilegiamos o transporte através de ferrovias e não usamos um sistema de hidrovias. Ainda apostamos, apenas, no transporte terrestre que isola metade da área territorial do país”, acusa, lembrando que a região norte do Brasil ainda carece de desenvolvimento por conta dessa estratégia equivocada.

O presidente da ABIDIPA, Rinaldo Siqueira Campos, lembra ainda que a medida protecionista aos fabricantes nacionais de veículos carece, no mínimo, de uma análise mais profunda. “A rigor, nem as montadoras estabelecidas em nosso país podem ser consideradas empresas nacionais. São todas oriundas do mercado externo e que se instalaram aqui”, alerta. “Nossa capacidade de competitividade é menosprezada a todo instante”, provoca.

Siqueira Campos sugere que o Brasil deixe de culpar “os outros” e resolva seus problemas para que a indústria nacional consiga crescer e competir em igualdade de condições com as empresas de fora. “Só conseguiremos quando for possível diminuir nosso custo de produção e a burocracia em todas as esferas produtivas”, ensina. “Como é que o produto estrangeiro, mesmo com os custos de importação, frete, transporte, ainda consegue chegar com melhor qualidade e, muitas vezes, mais barato que os produtos fabricados no país?” pergunta. “Será que o brasileiro não está sendo lesado?”, conclui.


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

EDITORIAL ABIDIPA - PNEUS IMPORTADOS. O VERDADEIRO EFEITO PARA O MERCADO BRASILEIRO


PNEU ASIÁTICO
OS VERDADEIROS EFEITOS DOS IMPORTADOS PARA O MERCADO BRASILEIRO



Há uma mistura de mito e preconceito quando falamos da influência negativa dos pneus asiáticos para o mercado brasileiro. Se existe algum malefício com o advento dos “chineses” no Brasil, o mesmo já tem sido combatido há algum tempo. É preciso saber que temos denunciado sistematicamente, junto aos órgãos responsáveis do Governo, as empresas que praticam fraude na importação e que declaram valores menores de compra desses produtos, além dos contrabandistas. Esses importadores não são a maioria, mas prejudicam não só as empresas nacionais como os próprios importadores que agem dentro das leis estabelecidas pelo governo brasileiro e a própria arrecadação de impostos para os cofres públicos.
Com relação aos produtos que entram legalmente em território nacional, são várias as razões para acreditar que eles têm contribuído positivamente para o mercado. A entrada dos pneus asiáticos forçou, através da competitividade, melhora na qualidade dos pneus fabricados no país. Quem não se recorda que os pneus nacionais, há algum tempo, mal suportavam o primeiro asfalto ruim que encontravam pela frente?
A melhora da qualidade do produto nacional veio atrelada ao custo mais atraente. Para competir com os importados, a indústria nacional se viu obrigada a demonstrar capacidade de concorrência também pelo preço. Há cinco anos, por exemplo, pneus nacionais para carros populares  custavam R$ 150,00. É o mesmo valor de mercado praticado atualmente.
Existe, também, “falsa impressão” de que os pneus importados tiram emprego no mercado nacional. Se a gente pensar que os pneus que vêm de fora contribuem para o superávit da balança comercial brasileira, veremos que há uma via de mão dupla e os benefícios são equiparáveis. Como importamos pneus, a balança comercial nos abre a possibilidade de exportar minério, soja, e outra infinidade de produtos. Feita a compensação em outros setores da economia.
O pneu asiático não tem custo barato que muitos chegam a acreditar. O que o Brasil precisa para competir de maneira sadia e eficaz com os importados, não é esse olhar discriminatório aos produtos asiáticos. Temos que baixar nossos custos de produção, diminuir a burocracia em todo o processo de produção, assim como reduzir a carga tributária que inviabiliza qualquer tipo de livre competição nesse mercado a cada dia mais globalizado. Temos que produzir competência. É a lei do livre mercado, da oferta e da procura, onde os mais competentes aceleram e chegam na frente.

Rinaldo Siqueira Campos
Presidente da ABIDIPA – Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Produtos Automotivos.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

ABIDIPA REBATE CRÍTICA DO GOVERNO BRASILEIRO AOS PRODUTOS IMPORTADOS


ABIDIPA REBATE DECLARADA CRÍTICA BRASILEIRA A PRODUTOS IMPORTADOS
“ESQUECEMOS DE OLHAR PARA OS PRÓPRIOS PÉS”, DIZ PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO


O presidente da ABIDIPA – Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Produtos Automotivos, Rinaldo Siqueira Campos, acha injusta a crítica do governo brasileiro contra os produtos importados, sobretudo oriundos do mercado chinês. “Só sabemos dizer que estamos sendo vítimas de um reduto que pratica mão de obra escrava e que, por isso, consegue ter preços mais competitivos que os nossos. A análise não deveria ser tão fria assim”, contesta.
De acordo com o representante maior da ABIDIPA, os empresários brasileiros são vítimas de uma carga tributária injusta e que essa é a principal razão pela dificuldade de competir com os importados. O custo da mão de obra, no país, chega a 100% de impostos. “Não se faz nada nesse sentido. Há quantos anos estamos aguardando pela propagada reforma tributária?”, pergunta.
“Há um ataque fortuito aos calçados chineses, por exemplo.”, cita Rinaldo Siqueira Campos. Ele lembra que, apesar do Brasil ser o maior fornecedor de matéria prima para a fabricação de calçados – o couro – nossas empresas não conseguem competir, por conta dos impostos excessivos aplicados por aqui. “Nossos executivos sequer perceberam as mudanças de hábitos, nos últimos anos. O sapato perdeu espaço para o sapatênis e nada foi feito para acompanhar essa mudança. Se eles tivessem investido numa empresa nacional para a fabricação de tênis, por exemplo, poderiam ter encontrado um meio para acompanhar as novas tendências mercadológicas.”, entende. O Brasil não tem uma fábrica nacional para competir com o tênis importado. “Não olhamos para os próprios pés”, provoca.
Siqueira Campos avalia que o mercado sofreu grandes mudanças nos últimos 15 anos. A busca global pela competitividade força o enxugamento de custos e a profissionalização. O que, segundo ele, não vem acontecendo no nosso país. “É uma das razões pela quais muitas empresas têm deixado o Brasil, migrando para países com maiores possibilidades de sucesso”.
A busca pela retomada do crescimento, entende o empresário, passa por uma mudança brusca de atitude. Segundo ele, é preciso parar de reclamar e de “pensar pequeno”, buscando maior eficiência e competitividade. No caso da importação de pneus, existe outra lacuna a se considerar: “Carecemos de fiscalização mais efetiva. Existem leis, mas elas não são aplicadas com o rigor que se espera e precisa”, avalia. De acordo com a ABIDIPA, muitos pneus continuam entrando no mercado brasileiro com um cartel de irregularidades que vai desde fraude na importação até o subfaturamento de produtos, lesando os cofres públicos. “Já fizemos essas denúncias para órgãos responsáveis e continuamos aguardando providências”, finaliza Siqueira Campos.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

ABIDIPA AVALIA TENTATIVA ARGENTINA DE BARRAR PRODUTOS ESTRANGEIROS

ARGENTINA TENTA BARRAR PRODUTOS ESTRANGEIROS
ABIDIPA AVALIA QUE DUMPING NÃO DEVE SURTIR EFEITO




A ABIDIPA - Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Produtos Automotivos entende que a recente decisão do governo da Argentina de criar medidas como o dumping para barrar a entrada de produtos estrangeiros naquele país é ineficaz e não deve surtir efeito prático para a economia local. "O Brasil tentou a mesma medida há dois anos e meio e os resultados têm sido incipientes", avalia Rinaldo Siqueira Campos, presidente da ABIDIPA.

 Este ano, o governo da Argentina aumentou de 400 para 600 itens a lista de produtos que precisam de licenças prévias de importação. De acordo com Siqueira Campos, o ideal seria barrar a entrada de mercadorias subfaturadas e qualquer tipo de fraude nos processos de importação,  a verdadeira razão dos problemas enfrentados, tanto pelo Brasil quanto pela Argentina.  "Tem produto que sai da China, por exemplo, e entra no Brasil  e é vendido no mercado brasileiro com preço inferior ao preço fob da mercadoria e ainda é preciso calcular o custo da importação”, considera.

O empresário cita como exemplo o pneu 295/80/R22.5  (pneu para caminhões) que custa na china em média 330 dólares fob. Ao chegar ao destino final, são aplicados 85 dólares de dumping e ainda os custos de importação que chegam a 80% do valor fob do produto. “Como é possível esse pneu ser vendido por 900 reais no mercado brasileiro? É essa conta que o Brasil e a Argentina precisam fazer na hora de tomar medidas para proteger as fabricais nacionais e incentivar a concorrência leal”, finaliza.