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quarta-feira, 15 de junho de 2011

IMPORTADORES TEMEM POR FUTURO COM FIM DE BENEFÍCIOS FISCAIS

DECISÃO DO SUPREMO TRIBUNAL PODE COMPROMETER CRESCIMENTO DO PAÍS


A ABIDIPA - Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Produtos Automotivos mostra preocupação com recente medida do STF - Supremo Tribunal Federal de cancelar benefícios fiscais que haviam sido concedidos pela Lei Distrital nº 2.488/99. Os Governos Estaduais, pautados pela guerra fiscal que move as unidades da Federação transformaram-se na esperança dos empresários para pressionar a União contra a decisão do STF. “Seria salutar que cada Estado pudesse oferecer seus atrativos fiscais para uma livre
concorrência fiscal como fazem as empresas em um mercado competitivo”
, aponta o presidente da ABIDIPA, Rinaldo Siqueira Campos. “O crescimento da produção industrial e a manutenção do nível de emprego estão diretamente relacionados com os custos baixos, o que quer dizer também impostos justos”, considera Siqueira Campos.

O cancelamento dos benefícios fiscais, de acordo com o entendimento de alguns juristas, pode ter uma vertente ainda mais grave. Há o entendimento de que a decisão do Supremo Tribunal Federal tenha aplicação retroativa. Ou seja, com a cobrança dos tributos dos últimos cinco anos. “Seria um golpe do qual muitas empresas não conseguiriam assimilar e assim o Brasil, 27 países e centenas de entendimentos jurídicos sendo sempre possível um se sobrepor a outro, causando sempre uma interpretação jurídica.”, entende o empresário.

“A união deveria permitir às unidades da federação agir como empresas. Ou seja, estabelecendo entre elas uma concorrência na tentativa de atrair novas empresas e investimentos e não agindo de maneira autoritária, limitando-as na simples missão de administrar suas crises e dificuldades que serão inevitáveis”, alerta Siqueira Campos.

Na primeira semana de julho, quando deve acontecer a próxima reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), o Governo do Distrito Federal vai pedir que as demais unidades da Federação validem a concessão do financiamento de 70% do ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços. É uma tentativa de proteger as empresas afetadas pela decisão STF. Assim, os inscritos no programa não teriam que ressarcir os cofres públicos. “Vivemos momento delicado e de muita expectativa. Qualquer decisão governamental, agora, pode comprometer a saúde financeira das empresas”, aponta Siqueira Campos. O presidente da ABIDIPA reforça, ainda, a necessidade de imediata reforma tributária no país. “É o caminho único para diminuir os prejuízos que atravancam o crescimento das empresas e, portanto, de toda a nação”, finaliza.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

IMPORTADORES DE PNEUS SOFREM PARA ATENDER MERCADO BRASILEIRO

DE CILLO COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
ASSESSORIA DE IMPRENSA



SUGESTÃO DE PAUTA:

IMPORTADORES DE PNEUS SOFREM PARA ATENDER MERCADO BRASILEIRO
Reunidos em São Paulo, eles apontam dificuldades enfrentadas pelo setor



Não há apenas um único fantasma a perturbar os importadores de pneus que operam no mercado brasileiro, mas uma soma deles. Em reunião, em São Paulo, convocada pela ABIDIPA – Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Pneus Automotivos, a categoria aponta alguns dos maiores problemas que eles têm enfrentado para operar no mercado nacional. Durante encontro que durou certa de 4 horas, eles elegeram suas maiores dificuldades. Entre elas, está o dumping imposto pelo Governo Federal para que os pneus de carga importados possam ser negociados em mercado brasileiro. O dumping é uma sobretaxa aplicada sobre o pneu chinês que entra no mercado nacional.
Outra dificuldade é encontrar fabricante de fora disposto a vender para o nosso mercado. “Eles têm optado pelo mercado externo, como os Estados Unidos, onde é possível comercializar com preço mais atraente”, aponta Rinaldo Siqueira Campos, presidente da ABIDIPA.
A burocracia governamental para a obtenção das licenças de importação é talvez um dos principais pontos de entrave, de acordo com a ABIDIPA. “Somos obrigados a conviver com contínuas mudanças e novos regulamentos para concessão de licença e as vezes na espera longa para estas concessões o que trás prejuízo de todas as formas para nossos embarques”, reclama Siqueira Campos.



 

segunda-feira, 9 de maio de 2011

SUGESTÃO DE PAUTA: MOROSIDADE ATRAPALHA IMPORTADORES DE PNEUS

IMPORTADORES DE PNEUS RECLAMAM MOROSIDADE DO GOVERNO:

LICENÇAS DE IMPORTAÇÃO TÊM SIDO DEFERIDAS EM 20 DIAS
Prática era deferimento das licenças em até 48 horas


O presidente da ABIDIPA – Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Produtos Automotivos, Rinaldo Siqueira Campos, queixa-se da demora do Governo Federal na liberação das licenças de importação para a remessa de pneus de outros continentes para o Brasil. De acordo com ele, há um mês, a prática para o deferimento dos produtos passou de 48h para cerca de 20 dias. A liberação das licenças de importação é responsabilidade do DECEX – Departamento de Exportações de Comércio Exterior que é vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. “Não há motivo aparente para que essa prática tenha sido a adotada. Só podemos deduzir que a manobra faça parte de medidas protecionistas do Governo Brasileiro contra os produtos importados”, considera Rinaldo Siqueira Campos.

A demora no deferimento das licenças de importação pode prejudicar o setor, nos próximos dias. O abastecimento de pneus, no país, já sofre com o abastecimento regular por uma série de motivos: aquecimento nas vendas no mercado nacional e também no exterior, elevação do preço da matéria-prima para a fabricação dos pneus, queda no preço do dólar, por exemplo. Em alguns casos, os produtos fabricados no país não têm conseguido atender à demanda nacional, como pneus para caminhões e carretas, por exemplo. “Os importados têm colaborado no sentido de frear um eminente colapso no abastecimento de pneus no mercado brasileiro. Mas essas medidas do Governo Federal estão na contramão das necessidades e devem prejudicar o país”, aponta Siqueira Campos.

O presidente da ABIDIPA, Rinaldo Siqueira Campos coloca-se à disposição para outros esclarecimentos que se fizerem necessários.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

IMPORTADOS FREIAM COLAPSO NO FORNECIMENTO DE PNEUS NO BRASIL

DE CILLO COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
ASSESSORIA DE IMPRENSA




PNEUS IMPORTADOS EVITAM COLAPSO NO MERCADO BRASILEIRO, MAS SOFREM BARREIRAS DO GOVERNO
Reajuste da matéria prima foi de 15% nos últimos 30 dias e Brasil já sofre falta do produto

        A ABIDIPA – Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Produtos Automotivos estima que o preço da matéria-prima para a fabricação de pneus sofreu novo aumento, entre Março e Abril. O reajuste, em média, atingiu 15% o que, somado a outros fatores, colocam o país em risco quanto ao abastecimento regular do produto. Outros fatores que pesam para um possível desabastecimento são: crescimento da indústria automobilística nacional e a desvalorização do dólar frente à moeda brasileira. “Não fosse os importadores, o Brasil estaria em situação ainda mais grave”, lembra o presidente da ABIDIPA, Rinaldo Siqueira Campos. Aproximadamente 30% dos pneus consumidos no país são importados.
        Os pneus importados oferecem diversidade de opções e preços e a mesma qualidade em relação àqueles fabricados no país. “As cinco fabricantes que atuam no mercado nacional, em alguns casos também importando produtos para atender à demanda, não conseguiriam atender a demanda brasileira”, garante Siqueira Campos. Hoje, o Brasil conta com mais de 100 importadores em atividade.
        Siqueira Campos também salienta a importância dos importadores para regulação do mercado. “Os importadores ajudam a equilibrar o mercado nacional, oferecem produto de excelente qualidade e ainda credenciam o Brasil para atuar no comércio internacional, abrindo uma via de mão dupla para que possamos oferecer produtos nacionais ao exterior”, exemplifica.
        Os importadores previam reajuste médio de 10%, ao consumidor, a partir de Abril. Em alguns casos esse aumento ainda não foi repassado. “Depende do estoque de cada importador. Aquele que ainda tem pneus estocados consegue segurar o preço que, cedo ou tarde, será reajustado”, afirma o presidente da ABIDIPA.  Os dez maiores importadores do país trazem, por mês, cerca de mil contêineres. Um contêiner significa a entrada aproximada de 1.500 pneus no nosso mercado.
        Outro dado interessante para mostrar a força dos importadores no mercado nacional: Muitas das montadoras que atuam no país só conseguem atender à demanda de suas unidades produtoras por conta das empresas que trazem pneus de outros continentes. Veja alguns exemplos: Os pneus da marca Kumho abastecem as montadoras de carros coreanos; os pneus Yokohama atendem às montadoras japonesas no mercado brasileiro; os pneus Gtradial abastecem a linha de produção nacional da GM; os pneus MAXXIS atendem, com exclusividade, os quadriciclos da HONDA e os automóveis Ford Fusion que entram no mercado brasileiro, mas são fabricados no México; e ainda, os pneus DUNLOP que atendem montadoras européias que atuam por aqui, a Volkswagen, por exemplo.
        Em que pese a comprovada importância dos importados para o mercado nacional, a ABIDIPA lembra que há três anos, os importadores vêm sofrendo com as barreiras impostas pelo governo brasileiro. “Eles sobretaxaram os pneus chineses, o que atingiu 40% dos importadores; criaram barreiras não tarifárias, mas igualmente prejudiciais. Por conta da burocracia, pneus que poderiam entrar no mercado em 72 horas demoram até 12 dias para serem liberados.”, lembra Siqueira Campos que segue exemplificando as dificuldades do setor. “As normas criadas pelo IBAMA para a liberação das licenças de importação não são esclarecedoras e atrapalham o processo”, garante. “Sem os importados, o mercado brasileiro estaria diante de um colapso. Não haveria pneu suficiente para atender à crescente demanda do mercado nacional. Por isso, precisamos da sensibilidade das nossas autoridades”, finaliza.


terça-feira, 15 de março de 2011

REAJUSTE NA MATÉRIA PRIMA PROVOCA AUMENTO NO PREÇO DE PNEUS


DE CILLO COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
ASSESSORIA DE IMPRENSA

PNEUS VÃO SOFRER REAJUSTE DE PREÇO POR CONTA
DO AUMENTO NA MATÉRIA PRIMA
ABIDIPA afirma que o reajuste da matéria prima foi superior a 100% nos últimos 12 meses
               A ABIDIPA – Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Produtos Automotivos tem mostrado preocupação com o crescente reajuste no valor da matéria prima que serve de base para a fabricação de pneus. Com isso, prevê aumento de preço nos próximos dias. De acordo com a ABIDIPA, o primeiro reajuste, de 10%, deve ser aplicado em Abril. O outro, em Junho, deverá atingir cerca de 6%.
              “Toda a cadeia produtiva deverá ser afetada com o reajuste, pois o aumento no valor dos fretes, por exemplo, deverá ser repassado ao consumidor”, explica o presidente da ABIDIPA, Rinaldo Siqueira Campos.  De acordo com ele, há risco ainda, do mercado brasileiro sofrer com o desabastecimento do produto, nos próximos meses. “O aquecimento do mercado internacional é outro fator que pesa nesse desequilíbrio”, garantiu.
               A borracha e o petróleo são matérias primas básicas para a fabricação dos pneus. De um ano para cá, o preço da tonelada dessa matéria prima, no mercado internacional, subiu de U$ 2.500,00/tonelada para U$ 5.400,00/tonelada. O aumento foi superior a 100%. “Na crise cambial a matéria prima chegou a custar cerca de U$ 1.000,00 e agora convivemos com um aumento que força o repasse”, lembra o presidente.
              O reajuste no preço deve atingir os pneus importados e também aqueles que são produzidos no país. “Para fabricantes ou importadores, a matéria prima vem de fora, portanto todos foram atingidos pela elevação nos preços”, reforça Siqueira Campos.
FALTAM PNEUS PARA CARRETAS E CAMINHÕES NOVOS
                O aquecimento no mercado da Europa e dos Estados Unidos e o reajuste no preço da matéria prima, cotada em dólares, já refletem no mercado nacional.  As montadoras do seguimento de pesados – carretas e caminhões –registram falta de pneus para suprir a demanda há cerca de um ano. “Atualmente, alguns desses veículos tem saído das fábricas e chegado às concessionárias sem pneus”, informa Siqueira Campos.

domingo, 6 de março de 2011

PNEUS VÃO SUBIR DE PREÇO NO BRASIL

Nos próximos dias, pneus importados - e mesmo aqueles fabricados no Brasil - deverão ter reajuste de preço. Os importadores estão preocupados com o constante aumento da matéria prima no mercado internacional e por isso, alertam que o repasse deverá ser feito à partir do mês que vem.
Depois do carnaval, a ABIDIPA  - Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Produtos Automotivos deverá divulgar mais detalhes da situação. Aguardem.

quarta-feira, 2 de março de 2011

REUNIÃO DA ABIDIPA EM SÃO PAULO

Representantes da ABIDIPA - Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Produtos Automotivos estão reunidos hoje, 3, em São Paulo. O encontro tem por finalidade traças novas estratégias dos importadores no que diz respeito à categoria.